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terça-feira, 29 de maio de 2012

o artista nunca cede às exigências do convencionalismo

Não tende entender uma artista rsrsr
Seus sentimentos e percepções transcendem aos do homem comum, pela sua riqueza de experiências no pretérito, situação essa que, por vezes, dá motivos à falsa apreciação da ciência humana, que lhe classifica os transportes como neurose ou anormalidade, nos seus erros de interpretação.
 É que, em vista da sua posição psíquica especial, o artista nunca cede às exigências do convencionalismo do planeta, que se dane essa merda de sociedade mantendo-se acima dos preconceitos contemporâneos, salientando-se que, muita vez, na demasia de inconsideração pela disciplina, apesar de suas qualidades superiores, pode entregar-se aos excessos nocivos à liberdade, quando mal dirigida ou falsamente aproveitada. Porra nenhuma, como dizia Sade,temos que nos entregar aos prazeres da vida e que se foda as convenções rsrsrs
Mas como saber o limite?????????????
O que o artista não pode´em hipotese alguma é: LIMITAR-SE
Por isso não me cobrem nada !!!!!!! rsrsrs
viva !!! A sociedade alternativa
Evolução-que os restos mortais não conseguem entender

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Quem sou eu

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Feirense, graduada em Administração, e artista plástica  especialista no desenho retrato com uma abordagem realista e sóbria, que utiliza exclusivamente a técnica do pastel, iniciou nas artes ainda na infância tem como foco fundamental a expressão dos rostos, seus temperamentos e a psicologia da expressão, a tradução de um sentimento, de uma emoção fugidia e instantânea. Começou a expor em 1996 após concluir o curso no Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca), é uma das fundadoras do Grupo de Arte contemporânea de Feira de Santana, pesquisadora da arte rupestre com exposição desse tema em 2007, e amante da arte contemporânea, na qual aborda temas polêmicos.
"Só me dirijo às pessoas capazes de me entender, e essas poderão ler-me sem
perigo."Marquês de sade

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