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sexta-feira, 17 de julho de 2015

As sagitarianas costumam dar nó na cabeça do resto do Zodíaco.




Como alguém pode ser extremamente sentimental e mesmo assim querer “se livrar” do que ama? Só sendo uma sagitariana. kkkk

Sagitária é o apego desapegado, é a necessidade de carinho e solidão, de prender-se se desprendendo, um desejo de permanecer e ir embora.

É amigos, o mutável do fogo é assim mesmo. Sagitário é ideologia, é a pessoa que vive embelezando o mundo, muitas vezes tapando os olhos para os defeitos de tudo que os rodeia.

As pessoas de sagitário precisam ver a vida, de uma forma geral, como algo grandioso, como uma ilha cheia de tesouros. Quando vê que para encontrar esses tesouros é preciso paciência, persistência, trabalho diário e maçante, a primeira coisa que vem a cabeça é fantasiar outro mundo perfeito e ir conquista-lo.

Sagitário é o nômade do Zodíaco. Mudam de ambiente porque sem novidades a vida fica morta, sem gosto.


Mas paralelo a essa necessidade de liberdade existe um ser sensível, muito sensível. Sagitário precisa ter um parceiro. Pode parecer imoral, mas é a natureza dessa pessoa. É muita euforia, muito entusiasmo, muita mudança de humor, muito tudo. Um parceiro tem que ter muita energia e bom humor para o poder acompanhar sem fazer julgamentos mesquinhos sobre suas ideologias e sua natureza ardente.

Sagitário 

Fogo mutável; regido por Júpiter 
Espírito livre, descontraído, adora o movimento, alegre. 
Sonhador, gosta de viajar, parece estar frequentemente ausente. 

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Quem sou eu

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Feirense, graduada em Administração, e artista plástica  especialista no desenho retrato com uma abordagem realista e sóbria, que utiliza exclusivamente a técnica do pastel, iniciou nas artes ainda na infância tem como foco fundamental a expressão dos rostos, seus temperamentos e a psicologia da expressão, a tradução de um sentimento, de uma emoção fugidia e instantânea. Começou a expor em 1996 após concluir o curso no Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca), é uma das fundadoras do Grupo de Arte contemporânea de Feira de Santana, pesquisadora da arte rupestre com exposição desse tema em 2007, e amante da arte contemporânea, na qual aborda temas polêmicos.
"Só me dirijo às pessoas capazes de me entender, e essas poderão ler-me sem
perigo."Marquês de sade

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