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sexta-feira, 4 de julho de 2014

Não faça do casamento uma tábua de salvação

Amar, querer estar junto, apreciar tal companhia, é estar envolvido a ponto de sentir emoções juntos, de compartilhar sonhos, necessidades, medos. Mas sem deixar de ser você mesmo. Este tipo de amor é saudável, também é intenso e profundo, mas é realista. Só que para isto é necessário “conhecer a própria unidade, o valor de ser único, criação que não tem igual, a solidão intrínseca do ser, para que possa apreciar uma relação. E aqui o casamento (ou namoro) haverá de engranceder as partes, ao invés de sufocá-las. Torna-se um casamento (namoro) de individualização e valorização das identidades, e não uma tábua de salvação.” (Fraiman, 1998).

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Feirense, graduada em Administração, e artista plástica  especialista no desenho retrato com uma abordagem realista e sóbria, que utiliza exclusivamente a técnica do pastel, iniciou nas artes ainda na infância tem como foco fundamental a expressão dos rostos, seus temperamentos e a psicologia da expressão, a tradução de um sentimento, de uma emoção fugidia e instantânea. Começou a expor em 1996 após concluir o curso no Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca), é uma das fundadoras do Grupo de Arte contemporânea de Feira de Santana, pesquisadora da arte rupestre com exposição desse tema em 2007, e amante da arte contemporânea, na qual aborda temas polêmicos.
"Só me dirijo às pessoas capazes de me entender, e essas poderão ler-me sem
perigo."Marquês de sade

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