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terça-feira, 17 de junho de 2014

Land Art

Nos anos 1960, particularmente nos Estados Unidos, muitos artistas, movidos por um espírito de tempo cada vez mais comprometido com a experimentação, passaram a questionar a institucionalização da arte pelos museus. Na tentativa de transformar o espaço de “fora”, em oposição aos espaços de “dentro”, eles se lançaram à ocupação do espaço externo, que muitas vezes coincidia com o espaço da natureza.
Essa ocupação transformou-se em movimento artístico, chamado de land art, que se caracteriza não por ser uma arte da paisagem, como no caso das pinturas de paisagem sistematizadas como gênero pela Academia de Belas-Artes desde o século XVII, mas sim como uma arte feita na paisagem. Por trás da ideia da land art, está, portanto, o desejo de mapear um novo território artístico.
Tal atitude pode ser associada ao espírito norte-americano de conquistar novas fronteiras. Outra associação possível está no desejo de domesticar uma natureza intocada e agreste, não raro virgem da presença humana. A ação na natureza se deve também ao desejo desses artistas de buscar a solidão ou a meditação como contraponto à urbanização crescente. Em suma, a possibilidade de realizar uma construção junto à natureza, muitas vezes no isolamento, incita uma experiência estética inovadora. 

Fonte-internet

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Feirense, graduada em Administração, e artista plástica  especialista no desenho retrato com uma abordagem realista e sóbria, que utiliza exclusivamente a técnica do pastel, iniciou nas artes ainda na infância tem como foco fundamental a expressão dos rostos, seus temperamentos e a psicologia da expressão, a tradução de um sentimento, de uma emoção fugidia e instantânea. Começou a expor em 1996 após concluir o curso no Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca), é uma das fundadoras do Grupo de Arte contemporânea de Feira de Santana, pesquisadora da arte rupestre com exposição desse tema em 2007, e amante da arte contemporânea, na qual aborda temas polêmicos.
"Só me dirijo às pessoas capazes de me entender, e essas poderão ler-me sem
perigo."Marquês de sade

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