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segunda-feira, 14 de abril de 2014

Morando no interior



Sempre tive vontade de morar em algum lugar que relembrasse as minhas origens e minha infância. Uma cidade do interior, com ruas arborizadas, locais para caminhadas e espaços de convivência onde eu e meus filhos pudéssemos conhecer os vizinhos - eles, especialmente -, brincar nas ruas e se divertir como crianças, sem preocupação com nada. Fui encontrar o lugar perfeito para viver rsrsrs Quem pensou em Brejões, Adivinhou. A natureza mistura-se às marcas da riqueza trazida pelo apogeu do café e estagnada com seu declínio.




Estive organizando minha meia mudança para Brejões, Bahia. Meia mudança, pois continuarei metade da semana por aqui em Feira de Santana e os outros dias entre animais, verde e ar fresco…


Já sonhava há algum tempo em mudar para um lugar mais tranquilo…um lugar onde reina a tranqüilidade de um cenário que nos remete ao passado. E vejo muitas pessoas dentro deste movimento também, com aspiração para uma vida mais pacata, mas não menos satisfatória…cansei de nadar contra a maré em uma sociedade que, cada vez mais, valoriza o supérfluo como a garantia para ser feliz. “Hoje, o que predomina é o consumismo mais exacerbado, mas se há pessoas como eu buscando essa simplicidade é um sintoma de que essa exaustão das buscas frenéticas acaba não levando a lugar nenhum”


"Troquei os prédios e o clima da cidade grande por um local em que pudesse ver mais o verde e ter descanso do corpo, da alma e da mente"

Segundo uma corrente da filosofia grega, o chamado estoicismo, que mostrava que o homem só atinge a felicidade se ele for livre, ao se livrar das dependências dos bens materiais.


Há alguns meses atrás, escrevi e postei algumas fotos sobre esta pequena cidade que amo e que visitava regularmente e que pretendia morar pra buscar uma vida alternativa, com uma qualidade diferente, trazendo essa nova forma gostosa de viver, sem o compromisso de ter que funcionar… Só que planejar esta mudança, ainda que seja “meia” implicou concluir algumas diversas pendências na big city e ter que me acostumar a ficar longe de muitos amigos.

Mas a verdade é que em breve, novos posts produzidos à margem das lagoas e aos pés dos cafezais serão publicados por aqui!…

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Quem sou eu

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Feirense, graduada em Administração, e artista plástica  especialista no desenho retrato com uma abordagem realista e sóbria, que utiliza exclusivamente a técnica do pastel, iniciou nas artes ainda na infância tem como foco fundamental a expressão dos rostos, seus temperamentos e a psicologia da expressão, a tradução de um sentimento, de uma emoção fugidia e instantânea. Começou a expor em 1996 após concluir o curso no Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca), é uma das fundadoras do Grupo de Arte contemporânea de Feira de Santana, pesquisadora da arte rupestre com exposição desse tema em 2007, e amante da arte contemporânea, na qual aborda temas polêmicos.
"Só me dirijo às pessoas capazes de me entender, e essas poderão ler-me sem
perigo."Marquês de sade

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