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segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Mais elevado que o sexo



As pessoas se esqueceram completamente de que o sexo não é nada se comparado com a fusão que acontece quando vocês estão simplesmente deitados juntos em profundo amor, em profunda reverência, em oração.



Quando a energia física não está envolvida sexualmente, ela se ergue para altitudes superiores. Ela pode atingir o máximo, o samádi, o despertar. Mas as pessoas se esqueceram completamente, elas acham que o sexo é o fim. Mas o sexo é somente o começo.



Quando você ama alguém, insista em primeiro deitarem juntos em profundo amor, e vocês alcançarão orgasmos mais sutis e profundos. É assim que, aos poucos, surge o celibato real.



O que na Índia chamamos de brahmacharya, celibato real, não é contra o sexo. Ele é mais elevado do que o sexo, mais profundo do que o sexo, maior do que o sexo. Tudo o que o sexo pode dar, ele dá, mas também dá mais.



Assim, quando você souber como usar sua energia em um nível tão elevado, quem se importará com espaços inferiores? Ninguém!



Não estou dizendo para abandonar o sexo. Estou dizendo para você algumas vezes permitir a si mesmo espaços puros e amorosos nos quais o sexo não seja o interesse. Senão, você será puxado de volta à terra e nunca poderá voar no céu.





Osho, em "Osho Todos os Dias - 365 Meditações Diárias"

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Quem sou eu

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Feirense, graduada em Administração, e artista plástica  especialista no desenho retrato com uma abordagem realista e sóbria, que utiliza exclusivamente a técnica do pastel, iniciou nas artes ainda na infância tem como foco fundamental a expressão dos rostos, seus temperamentos e a psicologia da expressão, a tradução de um sentimento, de uma emoção fugidia e instantânea. Começou a expor em 1996 após concluir o curso no Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca), é uma das fundadoras do Grupo de Arte contemporânea de Feira de Santana, pesquisadora da arte rupestre com exposição desse tema em 2007, e amante da arte contemporânea, na qual aborda temas polêmicos.
"Só me dirijo às pessoas capazes de me entender, e essas poderão ler-me sem
perigo."Marquês de sade

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