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sexta-feira, 17 de junho de 2011

Mulherzinha amargurada e burra, será?????

Nada como um dia após o outro....a minha alegria é que amanhã tudo pode mudar, porque hoje estou me sentindo uma mulherzinha amargurada com a vida e muito, mais muito burra.

O máximo que podemos esperar das pessoas , é aquilo que já está na cartilha do que já vivemos juntas. Nem mais nem menos. Nada de rosas. E-mails que nunca terão respostas. Um telefone que nunca tocou. Nenhuma surpresa às 16:13h de um sábado qualquer. Já não me espanta perceber que algumas lembranças não passam de um choque de consciência a respeito de um passado morto .


Esquecer os delírios ou me tornar uma mulherzinha amargurada que amou o mesmo sujeito a vida inteira? Acordo e penso " É hoje " , chuto a ansiedade . É como se eu voltasse daquele sonho/pesadelo e me envolvesse apenas com tudo que posso sentir ." É hoje que eu vou ser feliz". Quero meu pedaço de vida de cinema. Jantar, beijo na boca, celular desligado, perder o juízo, o salto quebrado e alguém segurando a minha mão. Eu preciso falar bobagens pra quem gosta de ouvi-las, dizer " sim", me fartar de um desejo correspondido e permitir que uma noite me leve a outra, e a outra e a outra... Pra que rezar por pouco, se eu posso ter tanto? Pra que migalhas , se é tão bom brincar de infinito? O amor não é uma escolha. A escolha está entre enfrentar ou fugir, entre seguir juntos ou esquecer.

Eu não preciso ir longe pra entender ou correr o risco de encontrar o pior. É tudo tão claro. Ausências, silêncios. Fatos. Antigas fotografias. Correntes quebradas e uma esperança novinha em folha.


Alguém me deu asas como se ordenasse :" Não tem jeito.Você vai ter que usá-las". E é pra longe que estou voando.

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Quem sou eu

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Feirense, graduada em Administração, e artista plástica  especialista no desenho retrato com uma abordagem realista e sóbria, que utiliza exclusivamente a técnica do pastel, iniciou nas artes ainda na infância tem como foco fundamental a expressão dos rostos, seus temperamentos e a psicologia da expressão, a tradução de um sentimento, de uma emoção fugidia e instantânea. Começou a expor em 1996 após concluir o curso no Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca), é uma das fundadoras do Grupo de Arte contemporânea de Feira de Santana, pesquisadora da arte rupestre com exposição desse tema em 2007, e amante da arte contemporânea, na qual aborda temas polêmicos.
"Só me dirijo às pessoas capazes de me entender, e essas poderão ler-me sem
perigo."Marquês de sade

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