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terça-feira, 20 de outubro de 2009

Um lembrete

A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.


Quando se vê, já são seis horas!

Quando se vê, já é sexta-feira...

Quando se vê, já terminou o ano...

Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida.

Quando se vê, já passaram-se 50 anos!

Agora é tarde demais para ser reprovado.

Se me fosse dado, um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.

Seguiria sempre em frente e iria jogando, pelo caminho, a casca dourada e inútil das horas.

Desta forma, eu digo:

Não deixe de fazer algo que gosta, devido à falta de tempo,

pois a única falta que terá,

será desse tempo que infelizmente não voltará mais.'



Mário Quintana




2 comentários:

Mozy says:
at: terça-feira, outubro 20, 2009 disse...

Verdade!!!
viver o hoje como se fosse o ultimo dia de nossas vida...

Anônimo
at: quarta-feira, outubro 21, 2009 disse...

Bem, bem, bem!!! Mário Quintana tem poemas exelentes que nos fazem pensar em muitos apectos de nossa doce e efêmera vida.

hoje, no corre-corre de que virou nossas vidas, acabamos nos preocupando com o trabalho, com as contas a pagar, com os estudos, enfim, e deixamos de lado o mais importante: apreciar/saborear a própria vida. Isso não significa que deveremos deixar totalmente de lado nossas responsabilidades e, unicamente, curtir a vida...Mas devemos tirar, todos os dias, um momento para para dar um alô a quem a gente gosta, andar de pé descalço, olhar a lua, sentir a brisa bater no rosto, prestar atenção em nossa respiração, aprovietar o ócio, sintir o sol dourar nossa pele, coisas desse tipo que acabam passando despercebidas por nós.

Não podemos deixar para aproveitar tudo amanhã, porque o amanhã, concretamente, não existe. Como dizia o filósofo Cristão Santo Agostinho: " o passado é o que do presente eu recordo. O futuro o que do presente eu espero. Então só existe um tempo: o presente". Aproveitemos esse presente, façamos nossos carpe diem (aprovietemos/colhamos o nosso dia), mas sem deixar de sonhar e de fazer planos.

Abraço à todos.

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Quem sou eu

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Feirense, graduada em Administração, e artista plástica  especialista no desenho retrato com uma abordagem realista e sóbria, que utiliza exclusivamente a técnica do pastel, iniciou nas artes ainda na infância tem como foco fundamental a expressão dos rostos, seus temperamentos e a psicologia da expressão, a tradução de um sentimento, de uma emoção fugidia e instantânea. Começou a expor em 1996 após concluir o curso no Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca), é uma das fundadoras do Grupo de Arte contemporânea de Feira de Santana, pesquisadora da arte rupestre com exposição desse tema em 2007, e amante da arte contemporânea, na qual aborda temas polêmicos.
"Só me dirijo às pessoas capazes de me entender, e essas poderão ler-me sem
perigo."Marquês de sade

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