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domingo, 20 de maio de 2012

o direito de amar


Todas vocês conhecem a história da Cinderela, que por piores as humilhações que tenha passado ao longo de sua miserável vida, se mantinha sorridente e no final da história encontrou um príncipe lindo e apaixonado. E foram felizes para sempre. Por causa dessa historinha infantil, boba e quase inocente já vi muitas  mulheres enlouquecendo diante do desespero de chegar aos 20, aos 30, aos 40 e aos 50 sem encontrarem seu príncipe encantado.
 Ainda bem que estamos descobrindo que o bom mesmo é o lobo mau. as mulheres estao sabendo aproveitar essa categoria de homens que amam sem compromisso. kkk

Vamos entender que o mundo mudou demais e que precisamos rever nossos conceitos.

Eu particularmente, só gostaria que fosse preservado o direito de amar da maneira que se quer. Sem ter que vigiar ações, sem ter que me recriminar perante ao objeto do meu amor e as críticas das minhas amigas. O que é certo o que é errado? Honestamente, não sei mais.

Só sei que de síndrome de cinderela, eu tô fora! Eu só quero ser feliz.





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Feirense, graduada em Administração, e artista plástica  especialista no desenho retrato com uma abordagem realista e sóbria, que utiliza exclusivamente a técnica do pastel, iniciou nas artes ainda na infância tem como foco fundamental a expressão dos rostos, seus temperamentos e a psicologia da expressão, a tradução de um sentimento, de uma emoção fugidia e instantânea. Começou a expor em 1996 após concluir o curso no Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca), é uma das fundadoras do Grupo de Arte contemporânea de Feira de Santana, pesquisadora da arte rupestre com exposição desse tema em 2007, e amante da arte contemporânea, na qual aborda temas polêmicos.
"Só me dirijo às pessoas capazes de me entender, e essas poderão ler-me sem
perigo."Marquês de sade

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