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sábado, 12 de setembro de 2009

amigosss

Outro dia, lendo um dos muitos blogs que visito, nem sempre diariamente, mas em freqüência prá lá de intensa, o tema falava de amigos.


 E li porque gosto do estilo de escrever da dona do blog, porque me sinto curiosamente injusta se começo a ler e não dou a chance ao autor de me convencer de fazê-lo até o final, e basicamente porque esse é um tema que me atrai.





A idéia do grande amor expresso nas grandes amizades me seduz completamente.

Acho que um amor descompromissado das pequenas ranhuras – e dos infinitos prazeres – da comunhão sexual pode ser tão intenso quanto qualquer ensandecida paixão.


 E tal qual a ebulição incontrolável que nos invade quando nos apaixonamos, perceber em alguém a infinita sintonia que explica, nem sei se mediunicamente, o amor por um amigo é sempre deliciosa experiência.



Tenho grandes amigos, mais ou menos recentes, mais ou menos freqüentes, mais ou menos próximos.

Acho até que tenho histórias cármicas com alguns,kkkkkk para quem sequer me revelo porque já me vi em seus olhos e isso será sempre a mais profunda revelação.


 Tenho filhos e para quem não os têm é difícil compreender a imensidão de um amor incondicional.


Mas que também é responsável, formador, parametrizador. Portanto, comprometido.


Embora único. O amor amigo é sem conta conjunta, não emite fatura, não incorpora a fraternidade das relações longas.

É só a certeza de um ouvir sem análise ou pelo menos sem julgamento.



Talvez só argumentação, reflexão, choro e riso em generosas doses.



 É o olhar que observa e pondera; que sugere e aponta; que diz da forma mais condescendente e protetora.





Só ficar por perto, só fazer-se perto.







Porque não é preciso tocar na parte frágil; não é preciso incomodar.

Amigo mesmo é assim. E muitos dos meus vão se reconhecer nessas linhas blogueiras.







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Quem sou eu

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Feirense, graduada em Administração, e artista plástica  especialista no desenho retrato com uma abordagem realista e sóbria, que utiliza exclusivamente a técnica do pastel, iniciou nas artes ainda na infância tem como foco fundamental a expressão dos rostos, seus temperamentos e a psicologia da expressão, a tradução de um sentimento, de uma emoção fugidia e instantânea. Começou a expor em 1996 após concluir o curso no Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca), é uma das fundadoras do Grupo de Arte contemporânea de Feira de Santana, pesquisadora da arte rupestre com exposição desse tema em 2007, e amante da arte contemporânea, na qual aborda temas polêmicos.
"Só me dirijo às pessoas capazes de me entender, e essas poderão ler-me sem
perigo."Marquês de sade

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