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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Aprendendo a viver


- Aprendi que peixinhos dourados não gostam de gelatina. (5 anos) - Aprendi que meu pai pode dizer um monte de palavras que eu não posso. (8 anos) - Aprendi que minha professora sempre me chama quando eu não sei a resposta. (9 anos) - Aprendi que se pode estar apaixonado por 4 garotas ao mesmo tempo. (9 anos) - Aprendi que os meus melhores amigos são os que sempre me metem em confusão. (11 anos) - Aprendi que se tenho problemas na escola, tenho mais ainda em casa. (11 anos) - Aprendi que quando meu quarto fica do jeito que quero, minha mãe manda eu arrumá-lo. (13 anos) - Aprendi que não se deve descarregar suas frustrações no seu irmão menor, porque seu pai tem frustrações maiores e mão mais pesada. (15 anos) - Aprendi que os grandes problemas sempre começam pequenos. (20 anos) - Aprendi que nunca devo elogiar a comida de minha mãe quando estou comendo alguma coisa que minha mulher preparou. (25 anos) - Aprendi que se pode fazer num instante algo que vai lhe dar dor de cabeça a vida toda. (28 anos) - Aprendi que para todo o lugar que vou, os piores motoristas me seguem. (29 anos) - Aprendi que casais que não tem filhos, sabem melhor como você deve educar os seus. (29 anos) - Aprendi que é mais fácil fazer amigo do que se livrar dele. (30 anos) - Aprendi que mulheres gostam de ganhar flores, especialmente sem nenhum motivo. (33 anos) - Aprendi que não cometo muitos erros com a boca fechada. (34 anos) - Aprendi que existem duas coisas essenciais para um casamento feliz: contas bancárias e banheiros separados. (36 anos) - Aprendi que se quiser ser convidado a festas, tenho que dá-las. (38 anos) - Aprendi que toda a vez que estou viajando gostaria de estar em casa e toda vez que estou em casa gostaria de estar viajando. (38 anos) - Aprendi que a época que preciso realmente de férias é justamente quando acabei de voltar delas. (38 anos) - Aprendi que nunca se conhece bem os amigos até que se tire férias com eles. (41 anos) - Aprendi que se você está levando uma vida sem fracassos, você não está correndo riscos o suficiente. (42 anos) - Aprendi que casar por dinheiro é a maneira mais difícil de conseguí-lo. (42 anos) - Aprendi que você pode fazer alguém ganhar o dia simplesmente mandando-lhe um pequeno cartão. (44 anos) - Aprendi que a qualidade de serviço de um hotel é diretamente proporcional a espessura das toalhas. (46 anos) - Aprendi que crianças e avós são aliados naturais. (47 anos) - Aprendi que se você cuidar bem de seus empregados, eles cuidarão bem e seus clientes. (49 anos) - Aprendi que quando chego atrasado ao trabalho, meu patrão chega cedo. (51 anos) - Aprendi que o objeto mais importante de um escritório é a lata de lixo. (54 anos) - Aprendi que é impossível tirar férias sem engordar cinco quilos. (55 anos) - Aprendi que é legal curtir o sucesso, mas não se deve acreditar muito nele. (63 anos) - Aprendi que não posso mudar o que passou, mas posso deixar pra lá. (63 anos) - Aprendi que a maioria das coisas com que me preocupo, nunca acontecem. (64 anos) - Aprendi que todas as pessoas que dizem que “dinheiro não é tudo” geralmente tem muito. (66 anos) - Aprendi que se você espera se aposentar para começar a viver, esperou tempo demais. (67 anos) - Aprendi que nunca você deve ir para cama sem resolver uma briga. (71 anos) - Aprendi que quando as coisas vão mal, eu não tenho que ir com elas. (72 anos) - Aprendi que envelhecer é importante se você é um queijo. (76 anos) - Aprendi que te amei menos do que deveria. (91 anos) - Aprendi que tenho muito a aprender. (92 anos)

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Feirense, graduada em Administração, e artista plástica  especialista no desenho retrato com uma abordagem realista e sóbria, que utiliza exclusivamente a técnica do pastel, iniciou nas artes ainda na infância tem como foco fundamental a expressão dos rostos, seus temperamentos e a psicologia da expressão, a tradução de um sentimento, de uma emoção fugidia e instantânea. Começou a expor em 1996 após concluir o curso no Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca), é uma das fundadoras do Grupo de Arte contemporânea de Feira de Santana, pesquisadora da arte rupestre com exposição desse tema em 2007, e amante da arte contemporânea, na qual aborda temas polêmicos.
"Só me dirijo às pessoas capazes de me entender, e essas poderão ler-me sem
perigo."Marquês de sade

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