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quarta-feira, 15 de março de 2017

Criação






A criação do artista é a parte mais valiosa da obra. Lógico que o produto final é importante, mas é durante o inicio e o término da obra que estão suas inquietações, erros e acertos, dúvidas e certezas, vontade de mudar tudo e o mais importante os seus questionamentos.
Todo artista se pergunta no seu processo de criação, ou pelo menos deveria se perguntar: O que quero dizer com essa obra?
A obra final de um artista não é o ápice de sua criação, mas descobrir já durante o processo que impactos irão causar no seu público.
O artista vive a obra somente enquanto ela esta sendo produzida, pois quando é finalizada quem passa a vivencia-la é o fruidor, o conten ki' mplador de sua obra.
Os processos de criação na atualidade estão sendo cada vez mais valorizados, pois é o instante do autor com sua obra. A construção da obra é um lugar que tem vários caminhos e isso é prazeroso tanto para quem faz como para quem vê.
Mas no campo de investigação dos processos de criação, existem muitos equívocos. Primeiro, o processo de criação é antes de tudo, busca por um produto final que ainda não se sabe claramenteo que é, mas que se tem uma noção de onde se quer chegar. Segundo, mostra de processos não são explicativos do que é processo. Terceiro não se deve ignorar o público assistindo. Os processos criativos são fragmentos que gosto ou mostrar onde “até aqui cheguei, mas ainda não é isso que quero” .
Talvez a palavra mais próxima que defina o que vem a ser processo criativo é possibilidades.

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Feirense, graduada em Administração, e artista plástica  especialista no desenho retrato com uma abordagem realista e sóbria, que utiliza exclusivamente a técnica do pastel, iniciou nas artes ainda na infância tem como foco fundamental a expressão dos rostos, seus temperamentos e a psicologia da expressão, a tradução de um sentimento, de uma emoção fugidia e instantânea. Começou a expor em 1996 após concluir o curso no Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca), é uma das fundadoras do Grupo de Arte contemporânea de Feira de Santana, pesquisadora da arte rupestre com exposição desse tema em 2007, e amante da arte contemporânea, na qual aborda temas polêmicos.
"Só me dirijo às pessoas capazes de me entender, e essas poderão ler-me sem
perigo."Marquês de sade

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