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terça-feira, 4 de março de 2014

Lepo Lepo (análise)

Enquanto quase 99% da música brasileira fala de ostentação - essa música coloca em questão os valores da sociedade. O que vale mais o amor ou os bens materiais?)

A letra diz:


-"Eu já não sei o que fazer - Duro, pé rapado com o salário atrasado"

( Realidade social de milhares de brasileiros  )

-"Já não tenho mais para onde correr - Já fui despejado e o banco levou o meu carro"

( entrou no financiamento com juros orbitantes e não conseguiu pagar as parcelas)

-"Agora vou conversar com ela, será que ela vai me querer? Agora vou ver a verdade - Se é dinheiro, amor ou cumplicidade?"

( diante do panorama atual onde as pessoas não valem o que são, mas apenas o que tem. 

Saber se uma mulher está com você por dinheiro ou por amor é algo muito importante. 

"Não tenho carro, não tenho teto e se ficar comigo é porque gosta"

(- ou seja, apenas quem ama muito uma pessoa é capaz de encarar todos estes problemas 

sociais e manter o relacionamento - AMOR VERDADEIRO)

" Do meu Rá, Rá, Rá do Lepo, Lepo"

(A música retrata a realidade do povo e explica também uma necessidade urgente do 

Controle de Natalidade e planejamento familiar no Brasil, porque... só o Lepo Lepo sem

 prevenção só vai gerar mais filhos.   


Enfim, o ciclo continua kkkkkk.

Fonte- Internet

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Quem sou eu

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Feirense, graduada em Administração, e artista plástica  especialista no desenho retrato com uma abordagem realista e sóbria, que utiliza exclusivamente a técnica do pastel, iniciou nas artes ainda na infância tem como foco fundamental a expressão dos rostos, seus temperamentos e a psicologia da expressão, a tradução de um sentimento, de uma emoção fugidia e instantânea. Começou a expor em 1996 após concluir o curso no Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca), é uma das fundadoras do Grupo de Arte contemporânea de Feira de Santana, pesquisadora da arte rupestre com exposição desse tema em 2007, e amante da arte contemporânea, na qual aborda temas polêmicos.
"Só me dirijo às pessoas capazes de me entender, e essas poderão ler-me sem
perigo."Marquês de sade

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