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terça-feira, 1 de outubro de 2013

fetiche !!! Todo mundo tem um.

Fetiche !!! Todo mundo tem um, se você acha que não tem é porque ainda não descobriu...

  Vou mostrar o mais comum entre a mulherada Homem de farda, mas não é qualquer farda ou uniforme estou falando especificamente  do   camuflado operacional


MUTO OPERACIONAL
Somos parte de uma tropa
Que tem fibra e moral
Disciplina elevada
Tropa operacional
Não tem medo do inimigo
Nem do fogo da metralha
Quando entra em combate
O inimigo estraçalha
Somos fogo em movimento
No combate aproximado
Nós fazemos o inimigo
Se arrepender dos seus pecados
Somos homens da mochila
Capacete e cantil
Nossa força combativa

Está na ponta do fuzil


Inicialmente o termo fetiche foi usado para designar objetos religiosos ou mágicos, encontrado em culturas africanas ou em outras culturas não ocidentais.


Em 1888, o Dr. Alfred Benet ampliou o significado, denominando fetiche como sendo todo objeto que despertasse o interesse sexual.

Homem fardado é fetiche para muitas mulheres até quando malvados. Ou vai dizer que você não se derretia com o Capitão Nascimento, vivido por Wagner Moura, no filme Tropa de Elite? E o que dizer de Tom Cruise, que volta aos cinemas como o oficial do exército alemão nos cartazes de “Operação Valquíria”? Uma delícia só de olhar, certo?

 Homens fardados têm por histórico se dedicar à carreira de maneira integral - o que justifica o alinhamento dos trajes. “A disciplina que tem no trabalho também tem com a roupa. Parece loucura, mas faz parte do ritual estar sempre impecável

E não é apenas a disciplina e a masculinidade que ficam ‘à flor da farda’. Homens atrás de uma farda alinhada podem dar a impressão de sérios e até mal humorados. Mas quem gosta garante: eles chamam a atenção quando passam e não é à toa. A loucura hormonal que desengatam nas mulheres quase sempre se comprova quando eles (ou elas) tiram o uniforme, a favor da ciência dia 02 de agosto de 2011 será feito um estudo. kkkk depois eu conto o resultado.


O uniforme cria uma fantasia sexual que, mesmo sem saber, agrada o universo feminino naquilo que nem Freud explica.

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Quem sou eu

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Feirense, graduada em Administração, e artista plástica  especialista no desenho retrato com uma abordagem realista e sóbria, que utiliza exclusivamente a técnica do pastel, iniciou nas artes ainda na infância tem como foco fundamental a expressão dos rostos, seus temperamentos e a psicologia da expressão, a tradução de um sentimento, de uma emoção fugidia e instantânea. Começou a expor em 1996 após concluir o curso no Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca), é uma das fundadoras do Grupo de Arte contemporânea de Feira de Santana, pesquisadora da arte rupestre com exposição desse tema em 2007, e amante da arte contemporânea, na qual aborda temas polêmicos.
"Só me dirijo às pessoas capazes de me entender, e essas poderão ler-me sem
perigo."Marquês de sade

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