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domingo, 17 de abril de 2011

Me jogue no google e me chame de pesquisa

 Lembrei dessa frase: "Me jogue no google e me chame de pesquisa"

Vivemos em uma época em que não precisamos amar sob os conceitos que nos foram passados.
  Ate ai tudo bem, mas tambem encher o peito na hora de cantar nas boates, levantar os braços, sorri e disparar: “eu sou de ninguém, eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também”. No entanto, passado o efeito do uísque com energético e dos beijos descompromissados, os adeptos dessa falta de frugalidade terminam em  consultórios terapêuticos, ou alugam os ouvidos do amigo mais próximo e reclamam de solidão, ausência de interesse das pessoas, descaso e rejeição. Não é Pablo?
Namoros relâmpagos são prejudiciais ao corpo, à cabeça e à alma.

Somos livres para optarmos. E ser livre não é beijar na boca e não ser de ninguém. É ter coragem, ser autêntico e se permitir viver um sentimento. É arriscar, pagar para ver e correr atrás da felicidade.  É doar e receber, estar disponível de alma, para que as surpresas da vida possam aparecer.
Você atrai pessoas que estão na mesma vibração que você, ou seja, se age de forma despreocupada, provavelmente atrairá pessoas do mesmo tipo.

2 comentários:

Pablo
at: segunda-feira, abril 18, 2011 disse...

Sobrou para mim no blog... kkkk... sacanagem.

UMA NOVA VIDA says:
at: segunda-feira, abril 18, 2011 disse...

Foi de vc que eu ouvir a frase... entao resolvi fazer uma analise kkk

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Quem sou eu

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Feirense, graduada em Administração, e artista plástica  especialista no desenho retrato com uma abordagem realista e sóbria, que utiliza exclusivamente a técnica do pastel, iniciou nas artes ainda na infância tem como foco fundamental a expressão dos rostos, seus temperamentos e a psicologia da expressão, a tradução de um sentimento, de uma emoção fugidia e instantânea. Começou a expor em 1996 após concluir o curso no Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca), é uma das fundadoras do Grupo de Arte contemporânea de Feira de Santana, pesquisadora da arte rupestre com exposição desse tema em 2007, e amante da arte contemporânea, na qual aborda temas polêmicos.
"Só me dirijo às pessoas capazes de me entender, e essas poderão ler-me sem
perigo."Marquês de sade

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