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segunda-feira, 24 de maio de 2010

o amor agente inventa

Já dizia o poeta "Cazuza": o nosso amor a gente inventa, pra se distrair. E quando acaba a gente pensa, que ele nunca existiu...O teu amor é uma mentira, que a minha vaidade quer, e o meu, poesia de cego, vc não pode ver...


Essa postagem é para todas as pessoas que acreditam que o amor é inventado pela nossa mente. Nós idealizamos a pessoa perfeita e nos apaixonamos, mas quando começamos a enxergar os defeitos caímos na realidade e pensamos que nunca amamos de verdade.
-Desenvolva essa técnica e sofrerá bem menos rsrsrsrr

3 comentários:

Anônimo
at: quarta-feira, outubro 28, 2009 disse...

De uma forma ou de outra todo os nossos sentimentos são criações de nossa mente. Avaliar o que é bom e mal também o é.

O problema é o seguinte- e você mesma utilizou a palavra- : O que é uma coisa, fato, pessoa, sentimento, etc idealizados? Idealizar é criar algo na idéia e na idéia tudo é perfeito. A questão do amor platônico que às vezes a gente fala vem daí. Para Platão o mundo é imperfeito e as coisas mutáveis. Aí surguia a questão: como ententer esse mundo? Ele desenvolveu a seguite explicação: existe um mundo superior a nós onde tudo é perfeito e imutável, o mundo das idéias, que nunca se materializa nesse mundo a não ser de forma destorcida. Então quando falamos de amor platônico estamos falando de um amor idealizado, que nunca se materializará. Essa é a causa de nosso engano. Criamos um ser perfieto e nos inundamos de expectativas. Aí lenhou.

Mas se apaixomar é bom. Amar é bom. E se tiver que quebra a cara vale a pena. Pois já dizia Fernando Pessoa: " Tudo vale a pena quando a alma não é pequena".

Marluce Moura says:
at: quarta-feira, outubro 28, 2009 disse...

Falou tudo!!! sábio anônimo rsrs

raimundo says:
at: quinta-feira, outubro 29, 2009 disse...

a sabedoria estar em saber inventar um amor,e quando acabar pensar q ele nunca existiu.

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Feirense, graduada em Administração, e artista plástica  especialista no desenho retrato com uma abordagem realista e sóbria, que utiliza exclusivamente a técnica do pastel, iniciou nas artes ainda na infância tem como foco fundamental a expressão dos rostos, seus temperamentos e a psicologia da expressão, a tradução de um sentimento, de uma emoção fugidia e instantânea. Começou a expor em 1996 após concluir o curso no Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca), é uma das fundadoras do Grupo de Arte contemporânea de Feira de Santana, pesquisadora da arte rupestre com exposição desse tema em 2007, e amante da arte contemporânea, na qual aborda temas polêmicos.
"Só me dirijo às pessoas capazes de me entender, e essas poderão ler-me sem
perigo."Marquês de sade

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