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segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Namorofóbicos - Arnaldo Jabor





... A coisa é tão grave e levada a extremos que pode tudo, menos chamar de namorado. Pode viajar junto, dormir junto, até ir ao supermercado junto (há meses!), mas não se pode pronunciar a palavra macabra: NAMORO.

Antes, o problema era outro: CASAMENTO.

Ui. Vá de retro! Cruz credo! Desafasta.

Agora é o namoro, que deveria ser o test drive, a experiência, com toda a leveza do mundo.

Daqui a pouco, o problema vai ser qualquer tipo de relacionamento que possa durar mais que uma noite e significar um envolvimento maior que saber o nome.

Do que o medo?

Da responsabilidade?

Da cobrança?

De gostar?

Sempre que a gente se envolve com alguém tem que ter cuidado. Não é porque 'a gente tá ficando' que não se deve respeito, carinho, cuidado....

Não é porque 'a gente tá ficando' que você vai para a cama num dia e no outro finge que não conhece e isso não dói?

Não é porque 'a gente tá ficando' que o outro passa a ser mais um número no rol das experiências sexuais - e só. ou é? ...


1 comentários:

Mozy says:
at: segunda-feira, outubro 26, 2009 disse...

Adorei a foto de entrada do namorofóbicos,rsrs
mas falando do assunto realmente vc pensa q não vai se envolver q é só uma coisinha ,mas quando ver já esta envolvida...

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Quem sou eu

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Feirense, graduada em Administração, e artista plástica  especialista no desenho retrato com uma abordagem realista e sóbria, que utiliza exclusivamente a técnica do pastel, iniciou nas artes ainda na infância tem como foco fundamental a expressão dos rostos, seus temperamentos e a psicologia da expressão, a tradução de um sentimento, de uma emoção fugidia e instantânea. Começou a expor em 1996 após concluir o curso no Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca), é uma das fundadoras do Grupo de Arte contemporânea de Feira de Santana, pesquisadora da arte rupestre com exposição desse tema em 2007, e amante da arte contemporânea, na qual aborda temas polêmicos.
"Só me dirijo às pessoas capazes de me entender, e essas poderão ler-me sem
perigo."Marquês de sade

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